Formas de pagamento:

Em até 12x nos cartões de crédito. / Boleto bancário.

 

Local: Edifício Sevilha – Sala Térreo – Rua Carneiro da Cunha, 167 –  Bairro Saúde – São Paulo - Próximo ao metrô praça da árvore

Objetivo - Capacitar os participantes quanto as práticas de higiene ocupacional, mais precisamente sobre os conceitos de higiene ocupacional, reconhecimento de riscos ambientais (agentes físicos, químicos e biológicos), avaliação quantitativa (métodos de medição), interpretação de resultados, práticas de instrumentação e medidas de controle.

Prof. Gustavo Rezende de Souza - Bacharel em Ciência e Tecnologia, Especialização em Higiene Ocupacional, Técnico de Segurança do Trabalho, Professor nos cursos de SST e de especialização em Higiene Ocupacional, Consultor Técnico de Higiene Ocupacional, Membro Técnico da Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais.

Selecione abaixo o(s) tipo(s) de inscrição(ões)

3ª TURMA DO CURSO DE HIGIENE OCUPACIONAL (40H) - DEZEMBRO

Não assinante

R$ 2.480,00

Assinante

R$ 2.255,00
Detalhes do Evento

Carga horária: (40H)

Manhã: 08h às 12h

Tarde: 13h às 17h


Conteúdo Programático:


AGENTES QUÍMICOS: Agentes químicos: conceitos e classificações; Legislação trabalhista e previdenciária aplicada aos agentes químicos; Reconhecimento dos agentes químicos em diferentes atividades; Métodos analíticos para agentes químicos; Amostradores e bombas de amostragem (considerações sobre a escolha do equipamento de acordo com o tipo de amostragem); Aplicação dos cálculos de vazão, volume e tempo de quantificação; Interpretação dos resultados de acordo com a legislação trabalhista e previdenciária; Instrumentação aplicada aos agentes químicos (bombas de amostragem, amostradores, separadores de partículas, medidores de leitura instantânea) Classificação dos agentes químicos na tabela 24 do eSocial. Classificação de risco dos agentes químicos no PGR.


SOBRECARGA TÉRMICA (CALOR): Conceitos de energia térmica e taxa metabólica; Mecanismos de troca térmica; Considerações sobre o monitor de estresse térmico e o IBUTG; Legislação aplicada as avaliações de calor; O novos Anexos III da NR 9 e da NR 15 (Portaria 1359/19); Interpretação de resultados de avaliação de calor para fins de prevenção, adicional de insalubridade e aposentadoria especial; Exposição ao calor a céu aberto e fontes naturais, devo avaliar? O calor no eSocial e na legislação previdenciária; Instrumentação aplicada nas avaliações de calor; Medidas de controle aplicadas as exposições ao calor.

 

RUÍDO OCUPACIONAL: Ruído: conceitos e classificações; Legislação trabalhista e previdenciária aplicada ao ruído ocupacional; Reconhecimento do agente físico em diferentes situações de trabalho. Equipamentos para avaliação de ruído (audiodosimetro, sonômetro, como escolher o melhor tipo de equipamento para cada cenário de medição) Obtenção da dose e dose projetada (quando devo projetar a dose de ruído); Tempo mínimo da medição de ruído Interpretação de resultados, como usar o Nível de Exposição, LAVG, Nível de Exposição Normalizado, qual valor aplicar no PGR, no eSocial e no PPP; Classificação do agente físico ruído na tabela 24 do eSocial; Seleção dos protetores auditivos e o ARE 664.335 do STF; Medidas de controle aplicáveis ao ruído ocupacional.

 

VIBRAÇÕES OCUPACIONAIS: Vibração: conceitos e classificações; Legislação trabalhista e previdenciária aplicada às vibrações. Reconhecimento da vibração em diferentes situações de trabalho. Equipamentos para avaliação de vibração (acelerômetro triaxial, sensores de mãos e braços, adaptador de palma de mão, sensor de corpo inteiro, analisadores de espectro de frequência) Obtenção dos valores de Aceleração Resultante Parcial - AREp, Aceleração Resultante - ARE. Aceleração Resultante da Exposição Normalizada - AREN e do Valor de Dose de Vibração Resultante - VDVR Tempo mínimo da medição das vibrações. Interpretação dos resultados e aplicação dos valores de vibração no PGR e no eSocial. Como determinar a eficácia de uma luva antivibração pela ISO 10819 Medidas de controle aplicáveis as vibrações ocupacionais.

 

AGENTES BIOLÓGICOS: Definição de agentes biológicos; Avaliação de riscos biológicos; Diferença entre os termos infecto contagiante e infectocontagioso; Considerações sobre a caracterização do adicional de insalubridade pelo Anexo 14 da NR 15; Aposentadoria Especial por exposição aos agentes biológicos; Proteção respiratória e dérmica alicada aos agentes biológicos; Prevenção de acidentes com materiais perfurocortantes; Amostragem e equipamentos para avaliação de agentes biológicos (coletores de área e amostradores pessoais); Aplicação da Nota Técnica de Prevenção - NTP 833 para avaliação de agentes biológicos; Exemplo de reconhecimento de riscos biológicos aplicado ao PGR.