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Detalhes do Material

Previsões para o semestre

 

Embora com percepções um pouco diferentes em relação à prorrogação da vigência das NRs 1,7,9, 18 e itens da 37, as bancadas de trabalhadores e empregadores que integram a CTPP, optaram pelo consenso em relação ao adiamento da entrada em vigor para janeiro de 2022.
Já nos novos textos das Normas Regulamentadoras 5 (CIPA) e 17 (Ergonomia), aprovados pela Comissão para publicação em breve, não houve 100% de consenso entre as bancadas, e o Governo deve arbitrar sobre os pontos em desacordo.
Com a retomada do processo de revisão a partir das AIR (Análises de Impacto Regulatório) e a adoção da Agenda Regulatória, que trazem mais transparência ao trabalho, a prioridade neste semestre será focar nas normas setoriais 22 (Mineração), 34 (Construção, Desmonte e Reparação Naval), 36 (Frigoríficos) e 37 (Plataformas).
Que esta nova etapa de revisão, simplificação e harmonização das Normas Regulamentadoras de SST, seja marcada por discussões maduras, responsáveis e transparentes visando maior consenso entre as partes, com o menor prejuízo possível à saúde e segurança dos trabalhadores.
Acompanhe sobre o assunto em Aprovações parciais, páginas 20 e 21.

 

REPORTAGEM DE CAPA / GERENCIAMENTO DE RISCOS OCUPACIONAIS
Com prazo extra para entrar em vigor, a nova NR 1 propõe um gerenciamento de riscos mais amplo por parte das empresas

A nova NR 1 inova ao trazer o GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) e, com ele, o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos). Com a vigência estendida até janeiro de 2022, as empresas e os profissionais têm  mais tempo para se prepararem para a mudança.
Diferente do PPRA, que é restrito aos agentes físicos, químicos e biológicos, o PGR é mais amplo, acrescentando também os riscos ergonômicos e de acidentes. A elaboração de um Inventário de Riscos e de um Plano de Ação fazem parte do novo Programa.

 

ENTREVISTA
A contribuição da Segurança de Processo
O engenheiro Mecânico e mestre em Confiabilidade, Renato Fernando Mendes, possui larga experiência nas áreas de Confiabilidade, Análise de Riscos e Segurança de Processo, com ênfase para o setor de Óleo e Gás. Hoje atua como consultor em áreas complexas como plantas industriais e faixas de oleodutos próximas a comunidades, investigação de acidentes industriais, estudos em instalações de GNL e ensino em Segurança de Processo. É também o presidente da Associação Brasileira de Análise de Risco, Segurança de Processos e Confiabilidade. 

 

MANUAL PARA SELEÇÃO DE EPI
Como escolher o creme de proteção
A compra acertada garante a proteção da pele contra agentes agressivos e evita adoecimentos cutâneos.

 

ARTIGOS
Vibração 
Critérios adicionais na avaliação deste risco devem ser considerados.

Lado a lado 
Segurança na Aviação e no Trabalho têm muitas afinidades e objetivos comuns.