Ações de reconhecimento
A reportagem desta edição traz um triste retrato sobre a profissão de APH. Apesar de serem reconhecidos na portaria 2048, de 2002, os profissionais do pré-hospitalar enfrentam inúmeros descasos no dia a dia, desde a falta de estrutura até a baixa remuneração. Sem falar no desconhecimento da sociedade sobre sua atividade, o que resulta até mesmo em agressividade física e verbal. As consequências dessa pouca valorização refletem no físico, no emocional dos profissionais e na qualidade de seu trabalho.
Valorizar a profissão de APH é fundamental. É preciso oferecer melhor estrutura, com recursos adequados, melhor capacitação, para obter sucesso no atendimento, e melhores salários para evitar a dupla jornada tão comum no setor. Ademais, é preciso conscientizar a comunidade em relação à função do serviço de APH e seu uso correto.
No entanto, a valorização começa na percepção da representatividade deste profissional na rede de urgência e emergência. Na compreensão que ele é uma engrenagem importante na cadeia de atendimento. Só a partir daí se terão ações concretas de reconhecimento.
SEÇÕES:
ESPECIAL
A profissão de APH é reconhecida por lei e conta com dedicação e paixão de muitos profissionais que atuam nela. Por outro lado, a atividade nem sempre conta com a valorização dentro e fora dos órgãos. Interesses políticos, estruturas precárias, falta de capacitação, baixa remuneração e hostilidade da sociedade demonstram um descaso e falta de reconhecimento sobre a importância do serviço. Reportagem desta edição traz os desafios enfrentados pelos profissionais quanto à valorização e as ações necessárias para trazer mais reconhecimento à profissão.
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TRAGÉDIA NO RJ
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INCÊNDIO VEICULAR
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INCÊNDIO EM EDIFICAÇÕES
Requisitos de prevenção e combate a incêndio em edificações com base na NR 23 e na lei de segurança contra incêndio de PE.
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EMERGÊNCIA QUÍMICA
Consequências dos desastres dependem de fatores como a capacidade de resposta das instituições.